domingo, 16 de novembro de 2008


O enredo passa-se em Verona, Itália, por
volta do ano 1500 e trata os amores de um casal de jovens (Romeu e
Julieta), que apesar de serem provenientes de famílias rivais, se
apaixonam um pelo outro. Nesta história as lutas de espada, o disfarce,
os equívocos, a tragédia , o humor e a linguagem da paixão simbolizam,
no seu conjunto, o amor verdadeiro. Duas poderosas famílias (os
Montagues e os Capulet) são inimigas há muitos anos. O velho Capulet,
pai de Julieta, dá uma grande festa para a qual convida todos os amigos
da família. Como é evidente, a família dos Montagues não faz parte da
lista dos convidados. Entretanto, como Romeu Montagues anda interessado
em Rosaline, uma jovem que foi convidada para a festa e arranja um
plano para a poder ver durante essa festa. Assim, Romeu entra
disfarçado na casa dos inimigos da sua família. Já lá dentro, a sua
atenção vai para Julieta, e não para Rosaline. Apaixona-se de imediato
e fica muito desiludido quando sabe que Julieta é uma Capulet. Romeu
também não passa despercebido a Julieta, mas ela não sabe que ele é um
Montagues. Mais tarde, depois de descobrir que o jovem por quem está
apaixonada é o filho da família inimiga, Julieta vai para a varanda e
conta às estrelas que tem um amor proibido. Romeu, escondido nuns
arbustos por baixo da varanda, ouve as confissões de Julieta e não
resiste. Apresenta-se a Julieta e diz-lhe que também está apaixonado
por ela. Com a ajuda de um amigo de Romeu ? Frei Lawrence-, Romeu e
Julieta casam-se secretamente no dia seguinte. No dia do casamento dois
amigos de Romeu, Benvolio e Mercutio, passeiam pelas ruas de Verona e
encontram-se com Tybalt, primo de Julieta. Tybolt, que ouvira dizer que
Romeu tinha estado presente na casa de seus tios, anda à procura deste
para se vingar e discute com os amigos de Romeu. Entretanto Romeu
aparece e faz perceber que não se quer meter em brigas. Porém, os seus
amigos não percebem a atitude de Romeu e Mercuito resolve defender a
honra do amigo, e começa um duelo com Tybalt. Mercuito cai por terra,
morto. Romeu vinga o seu amigo matando Tybalt com um golpe de espada.
Este golpe faz com que Romeu seja ainda mais odiado pelos Capulets. O
príncipe de Verona expulsa Romeu da cidade, que se vê forçado a deixar
Julieta, que sofre imenso com toda esta história. O pai de Julieta, que
não sabia do seu casamento com Romeu, resolve casá-la com um jovem
chamado Paris. Desesperada, Julieta pede ajuda a Frei Laurence, que a
aconselha a concordar com o casamento. Diz-lhe que na manhã do
casamento Julieta deverá beber uma poção que ele lhe vai preparar. A
poção fará com que Julieta pareça morta e ela será levada para o jazigo
de família dos Capulet. Então o Frei mandará Romeu ter com ela para a
salvar. Julieta faz tudo o que o Frei a manda fazer e é deixada no
jazigo, tal como estava previsto. Antes que o Frei possa falar com
Romeu, este ouve a notícia da morte de Julieta. Desfeito de dor, Romeu
compra um frasco de veneno e vai até ao jazigo onde se encontra Julieta
para morrer ao lado da sua amada. À porta do jazigo encontra Paris e é
forçado a lutar com ele, acabando por o matar, pois nada o poderá deter
de se juntar a Julieta. Já dentro do jazigo, Romeu bebe o veneno e
morre ao lado da sua amada. Momentos depois, Julieta acorda e vê a seu
lado, o corpo morto de seu marido. O Frei entra e conta a Julieta o que
se passou. Inesperadamente, Julieta pega no punhal de Romeu e mata-se,
pois já não tem motivos para viver. A tragédia tem um grande impacto em
ambas as famílias ( os Montagues e os Capulet). As duas famílias estão
tão magoadas com a morte dos seus dois únicos descendentes, que decidem
nunca mais lutar e fazem as pazes.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Amar, viver. Saber viver!

"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome...AUTO-ESTIMA. Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que meus sentimentos estão indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é ...AUTENTICIDADE. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... AMADURECIMENTO. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesma. Hoje sei que o nome disso é...RESPEITO. Quando me amei de verdade comecei a livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama...AMOR-PRÓPRIO. Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é...SIMPLICIDADE. Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes. Hoje descobri a...HUMILDADE. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de procurar com o futuro. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é...PLENITUDE. Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é...

SABER VIVER."

sábado, 20 de setembro de 2008

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.

Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A vida é uma jóia rara, que muitos perdem por vacilo;
Alguns querem viver sobre riquezas e muito luxo
Outros querem apenas viver. Viver com direito de sonhar,
Com o objetivo de poder ter uma vida mais alegre, e rica,
Não só a riqueza material, mas também a riqueza de Deus;
O direito de viver, todos nós temos, ninguém pode comprar;
A vida deveria ser mais vivida, com mais fé, amor sempre;
Muitos hoje vivem na discórdia, outros preferem não se misturar,
E poucos querem apenas viver. Viver com o direito de sonhar.


fiz este mini texto no começo do ano, só falta por em prática .-.

domingo, 14 de setembro de 2008

"Pessoas Inteligentes falam de Idéias,
Pessoas Comuns falam de Coisas,
Pessoas Medíocres falam de Pessoas."


adorei essa frase. :*

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Os fracos herdarão a Terra, mas não no sentido que queria a Bíblia, como prêmio à humildade e à contemplação. É que só os miseráveis de hoje estão preparados pra enfrentarem qualquer crise. Eles estão treinando há gerações.
Pense um pouco. Quem tem mais possibilidade de aguentar uma crise total de combustível? Os pedestres, é claro. Os carroceiros. Algumas tribos nômades. Você e eu, acostumados ao carro particular, ao táxi, ao ônibus seletivo e à carona - ao transporte automotor enfim - não saberemos mais andar. Nós não somos automotores, nos habituamos a ser levados. Não teremos nenhuma chance contra quem se criou em filas do INPS* e correndo para bater ponto. Chegaremos, invariavelmente, por último, nos queixando dos calos.
E a crise de alimento? Quando só houver arroz, feijão e um pouco de farinha para cada cidadão, quem terá estômago para agüentar ? Quem se acostumou desde pequeno, claro. Os subnutridos natos. Prevejo os hospitais cheio de novos-pobres sendo atendidos por saudáveis favelados.
- Tome a sua sopinha de aipim, vamos. O aipim é deste ano, eu mesmo lavei.
- Argh!
- Hoje ela tem até um pouquinho de sal. Coragem...
As forças vivas de hoje serão os marginais de amanhã. Associações de lavadeiras farão sopas de aipim beneficente em prol das damas da sociedadde com insuficiência calórica. Ex-zeladores de carro darão pequenas gorjetas a executivos para ficarem cuidando das crianças enquanto eles saem pra fazer biscates. Os líderes desta nova sociedade serão catadores de lixo - ou Técnicos em Reciclagem, na nova nomeclatura. O que descobrir reaproveitáveis no meio do lixo será aclamado Homem de Visão do ano, com direito a um carroção particular puxado por três parelhas de profissionais liberais.
Cada privação criará a sua elite. Com a falta de energia elétrica teremos a ascensão dos ladrões, acostumados andar no escuro. A crise de habitação favorecerá os que vivem embaixo de pontes. Estes venderão seu know-how financiado, mas a correção monetária será demasiada e haverá uma onda de despejos, para dentro do rio.
Comece, portanto, a tratar melhor os miseráveis. Dê altas esmolas [??]. Corteje seus empregados. Seja caridoso. E se você é daqueles que dizem – “Não sei como essa gente consegue sobreviver” -procure descobrir e decore tudo. Para eles a crise sempre existiu. Eles têm uma prática.
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meu trabalho de literatura, foi sobre essa cronica do Veríssimo. achei bem legal, texto bem irônico com uma outra visão, porque nele, não é o forte que irá sobreviver, e sim o fraco que já está acostumado com os lados ruins da vida.

é só! comentando o meu dia, foi um lixo. preciso dormir, não estou me sentindo bem.
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