quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo. É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.

Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.

O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande...
É a sua sensibilidade sem tamanho...!

domingo, 30 de novembro de 2008

Tudo depende de mim.

Levanto de manhã pensando no que devo fazer antes do relógio marque meia-noite.

É minha função que tipo de dia eu vou ter hoje.

-Posso reclamar porque está chovendo... ou agradecer ás águas por lavarem a poluição e por renovar o ciclo das flores, das frutas.

-Posso ficar triste por não ter dinheiro... ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.

-Posso reclamar sobre minha saúde... ou dar graças por estar vivo.

-Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria... ou posso ser grato por ter nascido.

-Posso reclamar por ter que ir trabalhar... ou agradecer por ter trabalho.

-Posso sentir tédio com as tarefas de casa... ou agradecer a Deus por ter teto para morar.

-Posso lamentar decepções com amigos... ou me entusiasmar com a possibilidade de novas amizades.

-Se as coisas não saírem como planejei, posso ficar feliz por ter o hoje para recomeçar.

-O dia esta na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.

“TUDO DEPENDE SÓ DE MIM”

Charles Chaplin.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Reflexão de um momento.



Porque tantas frases bonitas, que você mesmo cria e uma vida dentro de você tão triste. Tantas pessoas que te amam, demonstram isso e mesmo assim você permanece fechada para todos. Às vezes só quer ficar sozinha, sumir do mapa, mais nunca isso acontece, sempre alguém aparece e estraga o ‘seu momento’ ou então não tem como você ‘sumir’. Alguém se preocupa com você, e às vezes não parece. O agora era o passado que acaba de acontecer, e você ainda o mantém fixamente. Na sua casa algum momento inconveniente, brigas e ignorância. E como isso pesa, mais o que fazer? Escutar, lembrar é muito pesado para você só. Sair parece ser a melhor escolha, mais na volta tudo permanece. Você teve varias provas de que pessoas podem machucar muito dentro da gente, e nem se importarem com o que faz de nós. Daí cresce uma pessoa forte entre todos e ao mesmo tempo fraca quando está no ‘seu momento’ só. E seus amigos, onde estão?E você nem sabe mais quem realmente é os seus amigos. Mais a quem te ame, e se preocupa com você, e você sabe disso. Essas pessoas quando você menos espera, quando em si já está tudo desmanchado em remoídas e lágrimas, aparecem e te dão uma sensação de que nem tudo está perdido, que com o tempo tudo fica bem, as feridas se fecham e elas estão ali para te ajudar quando nem você mais agüentar o tal sofrimento constante. Quando a angustia atacar novamente, elas apareceram e te ajudaram e nunca te deixaram. E quando você menos espera aparece um sorriso, não qualquer um, mais o seu, que depois de tudo terem se desmanchado aparece novamente abrindo uma luz dentro de si que você sempre lembrara no ‘ seu momento’.

domingo, 23 de novembro de 2008


Com 29 anos, vocalista do Simple Plan ainda se sente jovem.
O vocalista do Simple Plan, Pierre Bouvier, comentou em entrevista ao site Jam! Showbiz, que ainda se sente jovem, apesar dos 29 anos.
Para ele, é essa mentalidade que faz com que a banda consiga continuar em harmonia com seus fãs.
Comecei a tocar quando tinha 13 anos, e meio que deixei a escola aos 17. Desde então, sinto que minha mentalidade não mudou de verdade, porque nunca me forcei a levar um estilo de vida que uma mentalidade totalmente adulta, disse.
Mesmo tendo 29 anos, ainda me sinto jovem na cabeça. Talvez seja isso que faça com que eu me mantenha em harmonia com meus fãs.
Para Bouvier, é o público jovem que alimenta a maior paixão pela música. As platéias jovens são as mais apaixonadas e barulhentas a respeito do que gostam. Jovens, especialmente no colegial e com 20 e poucos anos, sempre foram o público que realmente gosta de determinada banda, isso se torna parte da vida deles. Quando você cresce e começa a ter uma vida normal, com trabalho, não se importa sempre com música dessa maneira.

domingo, 16 de novembro de 2008


O enredo passa-se em Verona, Itália, por
volta do ano 1500 e trata os amores de um casal de jovens (Romeu e
Julieta), que apesar de serem provenientes de famílias rivais, se
apaixonam um pelo outro. Nesta história as lutas de espada, o disfarce,
os equívocos, a tragédia , o humor e a linguagem da paixão simbolizam,
no seu conjunto, o amor verdadeiro. Duas poderosas famílias (os
Montagues e os Capulet) são inimigas há muitos anos. O velho Capulet,
pai de Julieta, dá uma grande festa para a qual convida todos os amigos
da família. Como é evidente, a família dos Montagues não faz parte da
lista dos convidados. Entretanto, como Romeu Montagues anda interessado
em Rosaline, uma jovem que foi convidada para a festa e arranja um
plano para a poder ver durante essa festa. Assim, Romeu entra
disfarçado na casa dos inimigos da sua família. Já lá dentro, a sua
atenção vai para Julieta, e não para Rosaline. Apaixona-se de imediato
e fica muito desiludido quando sabe que Julieta é uma Capulet. Romeu
também não passa despercebido a Julieta, mas ela não sabe que ele é um
Montagues. Mais tarde, depois de descobrir que o jovem por quem está
apaixonada é o filho da família inimiga, Julieta vai para a varanda e
conta às estrelas que tem um amor proibido. Romeu, escondido nuns
arbustos por baixo da varanda, ouve as confissões de Julieta e não
resiste. Apresenta-se a Julieta e diz-lhe que também está apaixonado
por ela. Com a ajuda de um amigo de Romeu ? Frei Lawrence-, Romeu e
Julieta casam-se secretamente no dia seguinte. No dia do casamento dois
amigos de Romeu, Benvolio e Mercutio, passeiam pelas ruas de Verona e
encontram-se com Tybalt, primo de Julieta. Tybolt, que ouvira dizer que
Romeu tinha estado presente na casa de seus tios, anda à procura deste
para se vingar e discute com os amigos de Romeu. Entretanto Romeu
aparece e faz perceber que não se quer meter em brigas. Porém, os seus
amigos não percebem a atitude de Romeu e Mercuito resolve defender a
honra do amigo, e começa um duelo com Tybalt. Mercuito cai por terra,
morto. Romeu vinga o seu amigo matando Tybalt com um golpe de espada.
Este golpe faz com que Romeu seja ainda mais odiado pelos Capulets. O
príncipe de Verona expulsa Romeu da cidade, que se vê forçado a deixar
Julieta, que sofre imenso com toda esta história. O pai de Julieta, que
não sabia do seu casamento com Romeu, resolve casá-la com um jovem
chamado Paris. Desesperada, Julieta pede ajuda a Frei Laurence, que a
aconselha a concordar com o casamento. Diz-lhe que na manhã do
casamento Julieta deverá beber uma poção que ele lhe vai preparar. A
poção fará com que Julieta pareça morta e ela será levada para o jazigo
de família dos Capulet. Então o Frei mandará Romeu ter com ela para a
salvar. Julieta faz tudo o que o Frei a manda fazer e é deixada no
jazigo, tal como estava previsto. Antes que o Frei possa falar com
Romeu, este ouve a notícia da morte de Julieta. Desfeito de dor, Romeu
compra um frasco de veneno e vai até ao jazigo onde se encontra Julieta
para morrer ao lado da sua amada. À porta do jazigo encontra Paris e é
forçado a lutar com ele, acabando por o matar, pois nada o poderá deter
de se juntar a Julieta. Já dentro do jazigo, Romeu bebe o veneno e
morre ao lado da sua amada. Momentos depois, Julieta acorda e vê a seu
lado, o corpo morto de seu marido. O Frei entra e conta a Julieta o que
se passou. Inesperadamente, Julieta pega no punhal de Romeu e mata-se,
pois já não tem motivos para viver. A tragédia tem um grande impacto em
ambas as famílias ( os Montagues e os Capulet). As duas famílias estão
tão magoadas com a morte dos seus dois únicos descendentes, que decidem
nunca mais lutar e fazem as pazes.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Amar, viver. Saber viver!

"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome...AUTO-ESTIMA. Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que meus sentimentos estão indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é ...AUTENTICIDADE. Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... AMADURECIMENTO. Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesma. Hoje sei que o nome disso é...RESPEITO. Quando me amei de verdade comecei a livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama...AMOR-PRÓPRIO. Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é...SIMPLICIDADE. Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes. Hoje descobri a...HUMILDADE. Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de procurar com o futuro. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é...PLENITUDE. Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é...

SABER VIVER."

sábado, 20 de setembro de 2008